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Objetivos estratégicos da logística reversa e os custos do retorno.

A logística passa por um momento em que as organizações começam a enxerga-la com grandes potenciais de soluções na busca do atendimento ideal ao cliente.

A logística tradicional dedica-se ao planejamento e execução dos fluxos físicos e de informações dos materiais que serão transformados em produtos e posteriormente distribuídos aos clientes e consumidores finais. Já a logística reversa deve se ocupar  com o planejamento e execução do fluxo inverso da cadeia de suprimentos. Sempre se imagina a logística do ponto de origem ao ponto de destino final dos produtos (clientes), na logística reversa este fluxo acontece do cliente para o ponto de origem, ou seja, o retorno de materiais, produtos, peças, componentes, acessórios e todos os materiais que retornam ao processo de produção das organizações ou devem ser destinados e descartados de forma segura, onde não traga risco às pessoas e ao meio ambiente.

Como estratégia competitiva a logística reversa está se revelando uma grande ferramenta para as organizações.

Produtos e materiais que anteriormente eram simplesmente descartados agora passam a ser reaproveitados e fazem parte do processo produtivo novamente.

Isto torna-se viável por razões econômicas e razões ecológicas também, o uso de material reciclável está aumentando nas empresas, uma parte em conseqüência da consciência pela sustentabilidade, outra por legislações impostas pelo governo e ainda por ser viável sob o ponto de vista financeiro.

A logística reversa tem como objetivo estratégico agregar valor aos produtos que deverão ser devolvidos ás empresas por algum motivo, seja garantia, fim do ciclo de vida, apresentação de defeitos, término de campanhas promocionais, erro no processamento do pedido, enfim inúmeras razões comerciais e até mesmo legais fazem com que os produtos tenham que voltar a sua origem.

Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/8f/Log%C3%ADstica_reversa.gif acesso em 11/12/09

Um produto retirado do mercado por apresentar algum defeito, passa por um processo de conserto e pode voltar ao mercado e ser comercializado como “produto remanufaturado”, o importante é observar que o objetivo estratégico neste caso foi cumprido, foi agregado valor ao produto novamente e deixa-lo em condição de participar de ciclo de comercialização novamente. Ou ainda pode se tornar novamente matéria prima para processamento de novos produtos, como o caso de metais, papelão e outras fontes de matéria prima.

Ainda encontramos casos de devolução dos produtos por fim do prazo de validade, na indústria alimentícia é muito comum ter que retirar o produto do mercado por estar com o prazo de validade próximo do vencimento, então este produto retirado é destinado normalmente a produção de ração animal, neste caso a base do produto retirado serviu de matéria prima para um outro produto, novamente observamos a condição de comercialização do produto. Na indústria alimentícia quando não há a possibilidade do reaproveitamento para ração animal é efetuado o descarte total do produto por questões de qualidade e risco de contaminação.

No ramo têxtil, existe a necessidade de retirar do canal de venda toda coleção de roupas por conta da troca de estação. Nas lojas não faz sentido deixar roupas de verão quando entra a estação mais fria, esta coleção então é destinada a outros canais de vendas em outras regiões com climas diferentes, garantindo a comercialização destes produtos.

Quando utilizamos material reciclável contribuímos com a preservação do meio ambiente também, o papelão é um exemplo deste reaproveitamento, não há limite de uso para o papelão voltar ao processo produtivo, se não sofrer nenhuma contaminação pode voltar ao processo e ser transformado novamente em material novo sendo reutilizado da mesma forma que a matéria prima virgem.

O caso das latas de alumínio talvez o mais conhecido pelo volume atualmente, o Brasil está entre os primeiros países no reaproveitamento do alumínio para o processo de produção, junto com outros metais, existem algumas teses que a utilização de material reciclado em algum gera um custo maior de produção do que com materiais virgem, porém a proteção ao meio ambiente com a redução da extração é mantida, mantendo a proteção do meio ambiente e os princípios de sustentabilidade.

Outros motivos para utilização da logística reversa, como coleta de materiais radioativos ou que ofereçam alguns riscos ao homem e ao meio ambiente. Os casos de baterias de celular, pilhas, recipientes e embalagem de agrotóxicos, estes devem ser retirados do mercado após o uso do produto e destinados ao descarte em ambiente apropriado e por organizações credenciadas e homologadas pelos órgãos competentes para que não haja risco de contaminação ao meio ambiente.

Nas indústrias metalurgias e que atendem montadoras de veículos, as peças são embaladas de maneira que possam ser utilizadas diretamente na linha de montagem dos veículos e sem deixarem resíduos após sua utilização, portanto são desenvolvidas embalagem especiais para o transporte e movimentação destas peças. Estas embalagens após a entrega das peças devem retornar aos fabricantes para embalarem outras peças nos próximos embarques. Estas embalagens são tão importantes neste processo quanto a própria peça, caso não tenham as embalagens não é possível o envio das peças comprometendo o fluxo produtivo, portanto a logística reversa para enviar as embalagens novamente ao ponto de origem é imprescindível.

Nas indústrias de bebidas a logística reversa serviu como vantagem competitiva durante muito tempo, quando se utilizavam somente vasilhames de vidro para comercialização das bebidas era preciso um grande esquema logístico para recolher o vasilhame vazio no ponto de venda e devolver a indústria para serem envasados com a bebida e voltar ao ponto de venda. Todo este esquema logístico demandava custo que as empresas de menor porte as “Tubainas” não conseguiam arcar, portanto não conseguiam concorrer com as empresas grandes do segmento. Com o advento da embalagem PET (Poli Tereftalato de Etileno), que a partir de 1993 passa a ter forte expressão no seguimento de bebidas, a embalagem de garrafa plástica disponível para todo mercado de bebidas, permitiu aos concorrentes menores não precisarem da estrutura da logística reversa para comercializar seus produtos. Atualmente não tendo mais a logística reversa como limitação as empresas menores de bebidas conseguiram se firmar no mercado e oferecerem concorrência às empresas grandes. Para entendermos esta concorrência se juntarmos todas as empresas de bebidas pequenas o volume atualmente comercializados por elas é maior do que o segundo colocado de vendas do seguimento. Acredito que é perceptível o aumento de bebidas de marcas menores no mercado após as embalagens PET.

A tabela abaixo indica o consumo de PET para embalagens.

Consumo para Embalagens
1994 80.000 toneladas
1995 120.000 toneladas
1996 150.000 toneladas
1997 185.700 toneladas
1998 223.600 toneladas
1999 244.800 toneladas
2000 255.100 toneladas
2001 270.000 toneladas
2002 300.000 toneladas
2003 330.000 toneladas
2004 360.000 toneladas
2005 374.000 toneladas
2006 378.000 toneladas
2007 432.000 toneladas
2008 462.000 toneladas

Fonte: http://www.abipet.org.br/oqepet.php acesso em 11/12/2009

Logística Reversa, também conhecida como Logística Verde, pela contribuição a preservação do meio ambiente, tem por objetivo principal agregar valor aos produtos que retornam do cliente ao ponto de origem, possibilitando a estes produtos participarem novamente do ciclo comercial ou sejam destinados a um descarte seguro.

Atualmente a Logística Reversa vem assumindo um lugar de destaque dentro das organizações, porém sempre existiu, mas era tratada de forma secundária. Sempre houve a necessidade de se tratar o fluxo inverso ao da cadeia de suprimentos normal, ou seja os produtos que retornavam do consumidor para a indústria por n motivos. Mas o foco e a importância dada ao cliente, a conscientização ambiental coletiva (sociedade, organizações e governos) e as questões legais com o meio ambiente, vem contribuindo com o destaque e o crescimento da Logística Reversa. Também devemos considerar que para as empresas e organizações de forma geral a logística reversa pode ser o caminho para novas oportunidades para aumentarem seus lucros, desenvolverem novos recursos e fontes de matérias-primas, além do desenvolvimento tecnológico e o próprio desenvolvimento da logística reversa.

Em resumo, a logística inversa tem como objectivo principal, planear, implementar e controlar de um modo eficiente e eficaz: o retorno ou a recuperação de produtos; a redução do consumo de matérias-primas a reciclagem, a substituição e a reutilização de materiais; a deposição de resíduos; a reparação e refabricação de produtos; fechando o circuito da cadeia de abastecimento de uma forma completa, sendo o ciclo logístico completo (Dias, 2005, p. 206).

Alguns exemplos de materias que utilizam regularmente a logística reversa:

  • Coletas de descatáveis
    • Embalagens plásticas;
    • Pilhas e Baterias;
    • Peneus e etc.
  • Coletas de sobras de comercialização
    • Roupas de coleção passada;
    • Ovos de pácoa;
    • Pães, biscoitos e similares.
  • Desmanches de bens
    • Automóveis e computadores;
  • Mercado de segunda mão
    • Móveis e eletrodomesticos e etc.
  • Mercado de resíduos
    • Sucata de óleos indústriais, fibra de côco e etc.

Atualmente qualquer organização que desenvolva um sistema logístico deve contemplar a logística reversa para que este sistema seja considerado completo. Sempre se tratou do retorno de embalagens, paletes, vasilhames, produtos com defeitos de fabricação e etc, mas nunca com tanto afinco como atualmente, pois há um movimento envolvendo a conscientização dos problemas ambientais, a escassez de matérias-primas, lotação dos aterros e a legislação ambiental por parte dos governantes que impulsiona a necessidade das empresas e sociedade terem na logística reversa uma opção para tratar estas demandas dos ambientes empresariais moderno e globalizado.

Porém deve ser considerado o custo envolvido em todo este processo de gerenciamento deste fluxo inverso e o descarte dos produtos quando não puderem ser aproveitados e recolocados novamente no ciclo comercial.

Acredita-se que  a logística reversa seja responsável por cerca de 0,5% do Produto Interno Bruto, PIB dos E.U.A. No Brasil ainda não há dados precisos sobre o impacto dos valores da  Logística Reversa, porém estimativas da Associação Brasileira de Movimentação e Logística estes custos devem representar algo próximo  4% dos custos totais com logística. A medida em que as empresas aumentem esta atividade este número deve crescer.

Não são somente fatores de sustentabilidade que requerem a logística reversa, com o advento do crescimento do e-comerce as vendas pela internet, houve um aumento significativo na logística reversa, pois existe um grande número de devoluções neste modelo de negócio, isto acontece pois o comprador não tem acesso ao produto fisicamente no ato da compra e ao receber este produto não é como o imaginava quando comprou, então aciona o canal de devolução deste produto. Atualmente como o foco das organizações é o cliente e na tentativa de fideliza-lo, estas empresas acabam assumindo este custo.

Ainda existem algumas barreiras para aplicação da logística reversa de maneira efetiva nas empresas:

  • Assuntos legais;
  • Recursos de Pessoal;
  • Falta de atenção da Administração;
  • Questões competitivas;
  • Falta de sistemas;
  • Politica da Empresa;
  • Prioridade da Logística Reversa em relação a Outros Assuntos.

Fonte: RLEC – Reverse Logistics Executive Council.

Porém todas as limitações apontadas pelo RLEC, são relevantes, mas o maior impacto estão nos seus custos, pois quando adicionados a composição de custo do produto, muitas vezes faz com que o valor de venda seja inviável ou fique acima dos valores praticados pela concorrência, pois culturalmente, não temos a política de considerarmos o custo da logística reversa na fabricação do produto. Deveria ser estimado o custo de retirada do produto do mercado no final da vida útil do mesmo.

Movimentos ao redor do mundo.

Isto também está mudando, na Comunidade Européia por exemplo existe uma diretiva de reciclagem de diz o seguinte:

Utilizando o princípio do Poluidor-Pagador, a partir de 1 de janeiro de 2006  os produtores e importadores de produtos eletroeletrônicos  (de até 1000v de corrente alternada e 1500v de corrente continua) se tornam responsáveis pelo ciclo de vida dos seus produtos arcando com os custos de coleta seletiva, transporte, tratamento e reciclagem.

Responsabilidades do Produtor:

  • Fazer uma provisão para o fim do ciclo-de-vida do produto;
  • Ser responsável pelo custo do “lixo histórico”;
  • Identificar os seus produtos;
  • Treinar a rede de distribuição que se torna coletora na compra de similar;
  • Informar os clientes;
  • Fornecer informação às recicladoras sobre produtos, conteúdos e tratamento;
  • Devolução dos produtos de uso doméstico sem custos para o cliente.

Nos casos de não cumprimento das responsabilidades o produtor é penalizado pelos países-membros.

Pelo Brasil já começamos a ter os impactos também de legislação parecida.

Veja que o Estado de Minas Gerais também já tem legislação específica, conforme comunicado da Assembléia Legislativa de Minas Gerais.

Os municípios mineiros têm, a partir de agora, mais um instrumento para enfrentar o desafio diário de dar uma destinação adequada ao lixo. É a política estadual de resíduos sólidos, detalhada na Lei 18.031, que foi publicada no diário oficial Minas Gerais desta terça-feira (13/1/09). A norma é originada do Projeto de Lei (PL) 1.269/07, do governador, que foi aprovado pela Assembléia Legislativa de Minas Gerais após uma série de mudanças durante a tramitação. Com 57 artigos, a lei pretende ser norteadora das políticas públicas da área, reunindo as normas sobre o assunto em um único texto legal.

* Estabelece penalidades administrativas para os infratores, como advertência, multa, apreensões, suspensão ou embargo da atividade e demolição de obra. A multa poderá variar de R$ 50,00 a R$ 50 milhões. A pauta tipificada das infrações será estabelecida em decreto do Executivo.

Conclusão:

As empresas, organizações e Estados se deparam com um enorme desafio que é  colocar em prática a logística reversa de maneira eficiente e com o menor custos possível, pois a tendência de tratar os produtos em fim de ciclo de vida já é realidade. Estimativas alertam que a cada dez ano se dobra o volume de lixo eletrônico produzido portanto estes produtos deverão ser decompostos em componentes recicláveis ou destinados ao descarte de maneira segura sem risco a sociedade e ao meio-ambiente. Acredita-se que com estas mudanças também deve surgir oportunidades para criação de novas empresas com possibilidade de lucro eminente e um novo nicho de mercado.  Se encarada como uma nova tendência de negócios, podendo criar e desenvolver metodologias especializadas nesta área para o cumprimento do seu objetivo principal de criação de valor para produtos no final do ciclo de vida, poderá ainda ser fonte de criação de mais empregos e contribuir com a sustentabilidade do nosso planeta. Muitas organizações ainda têm a percepção que a logística reversa é somente custo, porém esta visão é míope pois deve ser enxergar a logística reversa como oportunidade de obtenção de ganhos com processos logísticos arrojados e ambiciosos tendo resultados através de novas fontes de matérias primas e produtos gerados a partir destes processos.

A sustentabilidade do nosso planeta a nível ambiental, a legislação ambiental cada vez mais restritiva e a escassez de recursos naturais, são os principais factores que contribuem para que a logística inversa seja a área da logística com um futuro promissor. Cada vez mais, os clientes valorizam as empresas que possuem políticas ambientais mais exigentes, sendo um factor de competitividade entre empresas e logo uma estratégia de diferenciação entre empresas concorrentes. (Dias, 2005, p. 207-208).

A logística reversa já faz parte do nosso dia-a-dia e do contexto empresarial, pode ser uma grande fonte de recursos e de competitividade para empresas empreendedoras que passam a observar a logística reversa como nicho de mercado que deve aumentar suas demandas pelos próximos anos.

Já existem campanhas de empresas com “selo verde” ou ainda a logística verde que está associada a imagem da empresa que tem a preocupação com a sustentabilidade, com o bem estar do planeta, mantendo desta forma a imagem de empresa que está preocupada com o meio ambiente e o futuro da humanidade. Isto poderá torná-la mais competitiva e com maior valor de mercado, com o aumento do valor das suas ações em bolsas no mercado financeiro, por exemplo.  E as ONGS é que fazem este monitoramento.

Empresas que tendem a área vermelha não têm processos de tratamento de resíduos, poluem muito e não se preocupam com a logística reversa.

Observem que já houve mudanças em relação a classificação das empresas, provavelmente por lançamentos de novos produtos ou processos que não atingiram o êxito esperado no seu inicio.

Este acompanhamento mostra ao mercado e consumidores, empresas que investiram para aprimorar seus em projetos quanto as questões relacionadas com seus resíduos e podem com isto serem comparadas com outras empresas e terem a preferência do consumidor consciente no momento de efetuar suas opções de compra.

Portanto o objetivo estratégico da logística reversa é o de agregar valor aos produtos que serão devolvidos ao seu ponto de erigem. Para que este objetivo seja cumprido é necessário que as organizações e os profissionais de logística entendam e planeje ações para gerenciar todo este fluxo reverso de materiais e informações na medida das necessidades do mercado com foco no cliente. E é uma forte aliada nas questões relacionadas com a sustentabilidade.

Não podemos esquecer que a logística reversa vem se revelando uma grande fonte de competitividade, o desenvolvimento e aprimoramento dos processos desta logística poderão trazer resultados financeiros, de imagem corporativa, resultados políticos com governos e organizações e condição de melhores níveis de serviços. Ainda contribuir com o aumento de postos de trabalho dentro da logística e trazer resultados com as novas fontes de matérias primas que disponibiliza a partir de seus projetos de reaproveitamento de materiais e componentes.

Referencias

BOWERSOX, D.J.; CLOSS, D.J. Logística empresarial – o processo de integração da cadeia de suprimentos. 1 ed. São Paulo: Atlas, 2001.

DIAS, João Carlos Quaresma – Logística global e macrologística. Lisboa: Edições Sílabo, 2005.

http://www.abipet.org.br/oqepet.php – Acesso em 10/12/10

http://www.greenpeace.org/eletronics – Acesso em 08/06/11

http://www.upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/8f/Log%C3%ADstica_reversa.gif – Acesso em 11/12/10

http://www.almg.gov.br/not/bancodenoticias/not_724271.asp –  Acesso em 10/12/10

http://www.reverselogisticsassociation.org – Acesso em 08/12/09

http://www.rlec.org/reverse.pdf - Acesso em 08/12/10

PIASKOWY, Marcus S, WEE Logística Reversa Aplicação A Legislação Européia. II Work Shop ISLOG – São Paulo, Instituto de Logística, 2009

Roberto Macedo

Mestrando em ADM na UMESP, Formado em MBA pela Fundação Getúlio Vargas é especialista em Logística Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, Business and Management International Professional pela University of California – Irvine – USA, Graduado em Processos de Produção pela Uni A.

Com mais de vinte e um anos de experiência profissional, em empresas  e nacionais de grande porte nas áreas de Logística, Operações, Supply Chain, Comercial e Administração, no Segmento de Serviços. Atuou nos últimos  dez anos em cargos diretivos. Experiência em liderança e formação de equipes, negociação desenvolvimento de novos negócios e implantação de projetos.

Atualmente Presidente do ISLOG – Instituto de Logística e Diretor Geral da Fator K Logística, Operador Logístico Nacional.

Ainda atua em projetos logísticos como consultor do ISLOG, como professor ministra aula para turmas de pós graduação e graduação em instituições na região do ABC em São Paulo.

Palestrante em eventos ligados aos assuntos logísticos e vários artigos publicados em sites

ligados a ligados a logística e administração geral.



14 Responses to Objetivos estratégicos da logística reversa e os custos do retorno.

  1. Erivelton Lima da Silva disse:

    Parabéns professor,

    Trabalho como gerente de logística em uma distribuidora de peças automotiva em Teresina-PI, e é sempre bom ler bons textos que expliquem com muita facilidade nossas dúvidas

    Parabéns novamente e um abraço

  2. Katia Cristina da Silva disse:

    Parabéns Roberto por este artigo,me tirou muitas duvidas passei a entender melhor a logística reversa.
    Abraço

  3. Eliana Silva de Oliveira disse:

    Parabéns Prof. Macedo…este artigo é excelente, terá grande contribuição para nosso artigo acadêmico.

    Obrigada!!!

    Abs

    Eliana – Logística (4º Período) – Metodista

  4. SERGIO RICARDO MARINHEIRO disse:

    Muito bom esta matéria , pois esclareceu muito , parabéns professor !!!

  5. VADIRENE FRANCO DA SILVA disse:

    Adorei parabéns Roberto Macedo muito objetivo devemos estar sempre atento para sustentabilidade e por em pratica.

    Valdirene Franco da Silva analista de crédito e cobrança.

    16 de fevereiro de 2014

  6. Como me ajudou a entender mais sobre o assunto, estou começando mais deu pra clarear bem cabeça, muito bom tudo isso.

  7. Paula Marisa disse:

    Parabens… o artigo esta muito bom mesmo. Ajudou-me a ententer melhor a logistica inversa e o seu campo de actuacao. Que Deus te abencoe

  8. José disse:

    muito bom o artigo. parabéns ao autor.

    att,
    José Silva

  9. Hemanuelle disse:

    Gostaria de parabenizar pelo excelente artigo, me ajudou bastante.
    Estou no 1º módulo do curso técnico em logística pela IFPR. O texto esta de forma clara e objetiva, contendo informações preciosas.

    Abraços,

    Hemanuelle Balbino Costa

  10. Caro amigo seu artigo esta de parabéns…..
    A Logística Reversa, Verde, Sustentável ou outros termos associados a importância de tratar bem o meio ambiente com atividades comerciais responsáveis passa do engatinhar para uma leve caminhada, no entanto vejo uma certa conscientização no tocante a este tema vital para a continuidade dos negócio e claro a preservação do meio ambiente e seu artigo colabora e muito para a divulgação de sua importância.
    A Logística ainda é vista por muitas organizações como atividades de segunda ordem, pois sabemos dos investimentos necessários para a sua implantação, haja visto que o retorno nem sempre é imediato e para muitas esse assunto é protelado, mas o que mais me choca como Logístico é que a grande maioria não pensa nessas questões de sustentabilidade como Logística profissional que necessita de atenção.
    Levanto esta bandeira como entusiasta da Gestão Sustentável e Integrada na organizações há necessidade de amadurecimento no tocante a este tema Logística Sustentável.
    Sucesso amigo…

  11. Alan disse:

    Roberto

    Parabéns pelo artigo, por estudar Administração foi muito útil, pude entendenter mais sobre este assunto complexo e como estudante quanto mais artigo eu ler escrito por pessoas como você, melhor será minha preparação e conhecimento, atualmente estou à disposição do mercado de trabalho, mas na empresa anterior exercia a função de Supervisor Logístico, e pude aprender muita coisa, mas depois de ler este artigo reconheci que ainda falta muito à aprender.

    Um Grande abraço
    Alan

  12. Gustavo disse:

    Muito bom este artigo. O assunto é atual e precisamos estar ligados nestas mudanças todas.

    Parabéns Roberto.

  13. Adilson disse:

    Aí sim heim…rs…rs…que beleza de artigo … Parabéns Roberto Macedo pelo artigo e capacidade de expor um assunto complexo de maneira simples prática e objetiva.

    Um abraço

    Adilson Mattos
    Gte Geral de Logística
    Grupo Acordare

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